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domingo, 10 de julho de 2011


Como criar senhas seguras com códigos MUNGE

Fuja de sequências simples ou óbvias e crie um código indecifrável para seus cadastros!
A senha é um dos mecanismos mais importantes na área de segurança digital. Você a utiliza desde em páginas básicas, como fóruns, jogos de RPG, sites de compras online e redes sociais até para seus emails e sites de bancos. Ter uma senha muito óbvia e fácil de ser descoberta ao saber um pouco sobre você, portanto, é um péssimo negócio.
Ao evitar colocar sua data de aniversário, dígitos do número de telefone ou nomes de parentes próximos, entre várias outras escolhas simples, você protege seus dados e não corre tanto risco em ter suas contas acessadas por invasores indesejados. Às vezes, dependendo da capacidade do hacker, nem sequências de palavras simples podem sobreviver aos ataques.
O Tecmundo já publicou alguns artigos sobre o assunto, como um guia para senhas seguras e o melhor jeito de gerenciar seus códigos no computador. Ainda assim, nunca é demais falar sobre segurança virtual e proporcionar uma ajuda a quem não consegue montar uma senha que pode ser considerada o enigma perfeito.
Para isso, vamos conhecer e aprender sobre o sistema de código MUNGE, um dos grandes métodos para criar sequências que só você vai saber o que significam.

Mas o que é isso?

Antes de iniciar a criação de senhas com esse processo, nada mais justo do que saber do que se trata. O munge é um termo que significa o ato de criar um código seguro e forte através da substituição de caracteres.
A palavra, muitas vezes, surge como uma sigla para Modify Until Not Guessed Easily (“modificada até não ser adivinhada facilmente”, em tradução livre). Para isso, é utilizado um sistema de escrita que lembra bastante um método mais básico da linguagem l33t, o famoso código de substituição de letras.
A palavra é facilmente confundida com mung, outro termo da área da computação, que diz respeito ao ato de modificar a estrutura de algo até destruí-lo.

O processo de criação

Na maioria dos sites que exigem senhas, o código pode ser composto por três tipos de caracteres: letras (em caixa alta ou baixa), números e símbolos. O mais comum é utilizar apenas os dois primeiros, sem procurar teclas como “@”, “\” e “_”, por exemplo.
Não existe um “alfabeto” oficial para criar senhas com códigos MUNGE. O que vale aqui é sua criatividade e, claro, sua memória para não esquecer as substituições feitas. Para começar, vale utilizar uma base, com símbolos e números que lembram a forma de letras:
Antes de criar seu código, comece com um alfabeto básico. (Fonte da imagem: Wikipédia)
Após você se acostumar, pode criar uma tabela própria, tornando seu código ainda mais seguro e difícil de ser descoberto.

Segurança máxima

Com o MUNGE, até senhas extremamente simples podem se tornar códigos muito difíceis de serem acertados. Procure substituir os caracteres mais fáceis, um por vez, até que toda a sequência esteja codificada.
O que era antes “baixaki123”, por exemplo, pode virar um “8@1x@k1i2e”. Ou seja, além de ter que acertar sua senha, por mais simples que ela seja, o invasor precisa também adivinhar a troca de letras e símbolos que você utilizou!
Para isso, o ideal é fugir do óbvio até na escolha da substituição de caracteres. Ao invés de apenas trocar a letra “i” por um “1”, crie seu próprio código ao utilizar a letra “L” minúscula, que possui um formato bastante similar em várias fontes utilizadas por sites na internet.
Quando duas letras se repetem, é possível adicionar um “2” e excluir um dos toques, indicando a sequência igual. Uma só palavra pode se tornar um código secreto: “cachorro”, por exemplo, pode virar ”c@c402r0”. Para realmente surtir algum efeito, procure fazer duas modificações, no mínimo.

Não aposte todas as fichas

Apesar da facilidade em criar uma senha com a substituição a partir da tabela de códigos MUNGE, essa pode não ser a melhor forma de segurança para suas senhas. Métodos como o de força bruta, que é a descoberta por tentativa e erro de todas as sequências possíveis, podem ser bem menos eficientes nesse caso, mas ainda há metodos para que sua sequência seja descoberta da mesma forma.
Desse modo, é preferível criar uma sequência realmente aleatória, combinando símbolos, números e letras em qualquer ordem que apenas você conheça – e que não esteja presente em documentos de identificação ou outros objetos do seu cotidiano. Aí sim, dificilmente sua senha cairá em mãos erradas.
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Seja com códigos MUNGE ou outros métodos para mascarar sua senha, o importante é não compartilhá-la, buscar uma sequência longe de obviedades e, claro, que seja fácil de ser lembrada.
Invasões virtuais podem comprometer anos de jogatina ou perfis cuidadosamente montados em redes sociais. Antes de realizar um cadastro, mesmo que seja em uma página que você pouco acessa, esteja sempre atento – e coloque a segurança virtual em primeiro lugar.

Caneca sustentável funciona com umidificador de ambiente

Steam Mug utiliza o líquido que você não bebeu para contribui com a sua saúde.
(Fonte da imagem: Yanko Design)
O responsável por criar essa caneca eco-friendly é o designer Young-Suk Kim. Ele desenvolveu a Steam Mug – algo como “Caneca Vaporosa” – que, além de servir para os mesmos fins de uma caneca comum, também gera uma espécie de vapor que faz dela um umidificador de ambientes.
A proposta se baseia na necessidade que temos de consumir água várias vezes por dia. Mas você sabe que não é sempre que tomamos toda a água, seja do copo, da garrafa ou até mesmo de uma caneca. Então o líquido não consumido acaba quase sempre sendo jogado fora. Pensando no meio ambiente e na sua saúde, a Steam Mug reaproveita a água que você não tomou fazendo com que ela vire um vapor. O vapor umidifica o ambiente, facilitando a sua respiração, principalmente em dias muito secos.
A caneca vem com um pires que possui conexão USB. Ao ligar o cabo no computador e depositar a caneca no pires você ativa o funcionamento dela. Não é preciso acionar nenhum botão, ela trabalha de forma totalmente automática. Em poucos instantes, o vapor começará a se formar e você já está reaproveitando a água que provavelmente iria parar no ralo.
Como se trata de um protótipo, não foram divulgadas informações detalhadas do funcionamento da caneca, dos cuidados necessários na lavagem e nem sobre o material utilizado na fabricação.
Via TodaEla

Oi instala orelhões com Wi-Fi grátis

Dispositivos acoplados aos aparelhos distribuem sinal Wi-Fi em um raio de até 50 metros.
(Fonte da imagem: Pablo Jacob para Agência O Globo)
A operadora de telefonia Oi começou a instalação de orelhões que oferecem acesso gratuito à internet. O projeto-piloto está sendo desenvolvido na rua Visconde de Pirajá, localizada no bairro de Ipanema, no Rio de Janeiro. Já foram implementados nove aparelhos até esta sexta-feira (8).
Além de oferecer o convencional serviço de chamadas, os orelhões possuem dispositivos acoplados que distribuem o sinal Wi-Fi em um raio de até 50 metros da origem. Se os resultados alcançados com a fase de testes do projeto forem satisfatórios, a Oi pretende distribuir os pontos de telefonia e acesso à internet pelo restante da Cidade Maravilhosa.

Patente da Apple revela transferência de conteúdo por gestos entre seus gadgets

A Maçã está aperfeiçoando o sistema Touch To Share da HP. O usuário poderá enviar dados como se estivesse enchendo um copo de água, por exemplo.
(Fonte da imagem: Patently Apple)
De acordo com uma patente revelada pelo site Patently Apple, a Apple está desenvolvendo uma tecnologia que permitirá o compartilhamento de conteúdos entre dispositivos com iOS de maneira mais intuitiva e prática. A novidade seria um avanço do recurso apresentado pela HP chamado de Touch To Share – o qual já está presente no tablet TouchPad e no smartphone Pre 3.
No mecanismo da HP, basta aproximar os gadgets para que os pacotes de dados sejam transferidos. A Maçã incrementou esse sistema adicionando movimentos e animações. A tecnologia da empresa fundada por Steve Jobs, por exemplo, vai fazer com que o iPhone “jorre” contatos, documentos, pastas, páginas da web, entre outros dados para o iPad.
Galeria de Imagens
O movimento a ser realizado para isso parece muito como se o usuário estivesse despejando a água de uma jarra em um copo. A tecnologia deverá contemplar diferentes movimentos, para que conteúdos sejam trocados entre os gadgets da marca. Há suspeitas de que até a Apple TV entre nessa onda.

Toshiba anuncia nova geração de sensores CMOS para gadgets portáteis

Menor sensor do mercado permitirá que câmeras gravem vídeos em 1080p com captação de até 60 frames por segundo.
Ontem (7), a Toshiba anunciou uma nova geração de sensores CMOS para câmeras fotográficas de celulares, smartphones e outros gadgets portáteis. Segundo a publicação da empresa, a nova tecnologia é a que possui o menor tamanho de pixels em toda a indústria, são apenas 1,12 micrômetro (unidade de medida correspondente a um milésimo de metro, representado pela notação 1x10-6).
(Fonte da imagem: Divulgação/Toshiba)
De acordo com o documento da Toshiba, o sensor possui um quarto de polegada e é compatível com até 8 MP de resolução. O componente ainda conta com iluminação traseira para aperfeiçoar a sensibilidade e a absorção da luz do ambiente. Conforme informado pela empresa, as câmeras que utilizarem o novo sensor CMOS poderão gravar vídeos com até 1080p de resolução e captação de até 60 frames por segundo.
A organização japonesa deve oferecer as primeiras amostras da nova tecnologia para as fabricantes ainda este mês. Todavia, a produção em massa deve começar apenas no final deste ano. Clique aqui para acessar o press release do sensor (em inglês).


Notebook ASUS pode surgir com Android e processador NVIDIA

Rumores apontam para um possível notebook com sistema operacional portátil e processador com arquitetura ARM.
  • Por Renan Hamann
  • 23 de Junho de 2011
  • Visualizações8.970 visualizações
(Fonte da imagem: EeePc.it)
Depois do Eee Pad Transformer, agora os rumores sobre a ASUS apontam para um inovador notebook. Em vez de utilizar sistemas operacionais habituais, o notebook de 13 polegadas seria equipado com o Android (comumente utilizado por smartphones e tablets). Além disso, há outro componente portátil que pode ser instalado nas máquinas.
Estamos falando dos processadores NVIDIA, que utilizam arquitetura ARM e seriam praticamente inéditos em computadores. Caso os rumores sejam confirmados, o notebook ASUS deve ganhar chips quad-core, ainda mais avançados do que os utilizados pelos superphones Motorola Atrix e LG Optimus 2X.
Ainda não se sabe se essas informações serão confirmadas, mas se espera que até agosto (quando estão planejados os novos lançamentos da NVIDIA) vários notebooks e tablets da geração NVIDIA quad-core sejam anunciados. Outra especulação é que as máquinas equipadas com eles não devem custar muito mais do que 299 dólares, o que seria ótimo para a popularização da computação portátil e também do sistema Android.